
Escrito por Rosa Kapila às 18h05
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“ROSAS DE VINHO! ABRI O CÁLICE AVINHADO” (POEMA DE ROSA KAPILA) Kapila virou Copila ou Capela Passei trinta anos para aprender o nome /de minha amiga Jacquelinei Não me importo...olho a água cor de azeite O tempo vira Uma consumição Agoniei na Pedra do Arpoador e vomitei /no sal do mar Em Teresina se fala “doente dos nervos” Mas vejo o doce pôr do sol Oara me socorreu Mais vinte anos Para meu amigo Dublinului Cinco taças de vinho Produzem imensa lágrima.
Escrito por Rosa Kapila às 17h26
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ESTALOS ( poema de Rosa Kapila ) Um remédio zumbe dentro de mim Vejo folhas rastejando...se refrescando na chuva Imagino que eu poderia ser uma folhinha que /não consegue pensar Meus projetos, aos pedaços circulam por aí Salgue-me mar Adoce-me chuva Stop trovão Deixe de avariar-me Vá a Marte urgente! Numero os micróbios que pisam em meu poema.
Escrito por Rosa Kapila às 16h13
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