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diário de ROSA KAPILA


( 6 )

ROSE, A FLÂNEUR DO CENTRO DO RIO DE JANEIRO

“O flâneur era, antes de tudo, um tipo literário da França do século XIX, essencial para qualquer imagem das ruas de Paris. É realizado um conjunto de associações ricos: o homem de lazer, o reboque, o explorador urbano, o connoiseur da rua. Foi Walter Benjamin , com base na poesia de Charles Baudelaire , que fez dele o objeto de interesse acadêmico no século XX, como uma figura emblemática da experiência, urbana moderna. [1] Benjamin seguinte, o flâneur tornou-se uma figura importante para acadêmicos, artistas e escritores.

Para minha amiga Edna Laranja:de hoje, de ontem e de sempre.

                                                               EU SÓ QUERIA FLANELAR

                Do vento, do sol e da chuva queria todos os brilhos

Nesse mesmo dia que chovia canivete

/fiquei vigiando tua porta, esperei escurecer para ver se havia  luz

Escolho ir embora

Por que eu ficaria ali até uma lâmpada ser acesa?

Tenho sangue de fantasmas em meus sonhos.

Não gosto de homem com cabelo na cara.

Perambulei pela noite com o cabelo na cara.

Isso aconteceu num dia “Santo”.

Fui para o centro da cidade e fiquei andando

/a madrugada inteira...Rio Branco/Ouvidor/Assembleia

/Buenos Aires, Rua da Quitanda/Primeiro e Março e outras.

Ninguém jamais me reconheceria: estava de peruca preta com franja

/calça preta de plástico,colada ao corpo, blusão preto e  um par

De botas  bem alto. Ninguém mexeu comigo.

Eu só queria flanelar.

 

 

 

 

 



Escrito por Rosa Kapila às 12h49
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Escrito por Rosa Kapila às 12h22
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