Autor: Paul Weisberg Metalon soldado em base de peça automobilistica, pintura em pátina 
Escrito por Rosa Kapila às 15h32
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Autor: Paul Weisberg
escultura de madeira, base granito
Escrito por Rosa Kapila às 15h24
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Escrito por Rosa Kapila às 13h57
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OI, SOU SÓ EU “São as obsessões do autor que escolhem o gênero “ ( Manuel Vazquez Montalban )
Sou uma folha inocente me diz Um anão numa rua escura do sonho. Eu respondo que o perigo está por perto. Mergulhe e não tenha medo de adormecer. Meu coração é todo apegadinho a mim. As lágrimas atraem tudo Até o pedaço que sobra. Lá vem Aquele alguém que entoei seu nome Não sei eliminar o que não quero mais. Suportando inúmeros finais O amor volta Comprimidos ciclos Viram remédios diários O mal-estar É a solução dos contrários Águas partidas Lá vem a solução Dos que não sabem Te empresto meu coração Tome! Se é isso o problema... Sangrar sem morrer, é bom! Eu recordo como é difícil lembrar.
Escrito por Rosa Kapila às 13h47
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Escrito por Rosa Kapila às 13h17
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Escrito por Rosa Kapila às 12h58
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Escrito por Rosa Kapila às 12h43
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Escrito por Rosa Kapila às 12h40
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SIMONE DE BEAVOIR NUA. TRANS TU SOMBRA: LETTRES A NELSON ALGREN 1947-1964
Escrito por Rosa Kapila às 11h35
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Escrito por Rosa Kapila às 11h32
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Escrito por Rosa Kapila às 11h26
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MADONNA AMY NUA
Escrito por Rosa Kapila às 11h21
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Escrito por Rosa Kapila às 16h22
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Escrito por Rosa Kapila às 16h15
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Escrito por Rosa Kapila às 16h14
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Escrito por Rosa Kapila às 16h10
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Escrito por Rosa Kapila às 18h32
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O MELHOR LIVRO DO NADA SOBRE TUDO (ROMANCE DE ROSA KAPILA) (Parte 2 ) Na década de 1970, flanando nas alamedas graciosamente arborizadas de Santa Teresa, conheci meu marido, o único com o qual assinei documento. Para dizer a verdade fui a Saint Tropez e não vi Brigite Bardot. Passei 15 dias casada. Até hoje minha família e meus amigos não sabiam desse episódio de minha vida. Saberão se lerem esse texto. Eu cheguei em casa e entrei pela porta da cozinha e lá na cama estavam meu maridão e outro moço. Não fiz escândalo e nem ele se explicou, falou que anularíamos o casamento. Anulamos. Hoje em dia W.Y. deve estar feliz, pois as coisas mudaram e, quem sabe eu tivesse aceitado o triângulo. Na verdade o melhor tempo de minha vida foi a década de 1970. Eu tinha um tênis “conga” e 3 calças jeans. Sempre atuei no mundo das letras. Todos os meus amigos estavam envolvidos de vontades semelhantes. Minhas experiências artísticas sempre foram muito bem recebidas por meus colegas. Eu me sentia uma princesa. Ainda estava longe a bipolaridade e um tipo de depressão que vem de uma hora e meia e depois vai embora para voltar uma hora e meia depois. Ainda bem que há muitos remédios bons. Acho que esse tipo de depressão quem tem é o Jorginho, personagem da Novela Avenida Brasil. Mas eu tecia bem meu riscado. Fui apresentada a Glauber Rocha, Darcy Ribeiro e Antonio Houaiss foi meu professor. Eu só via beleza em 70 e me apaixonei pela faculdade de Letras (UFRJ),eu era revigorante, atrativa, namoradeira e, me senti amada pelos meus amores. Sempre tive vontade de ter um jardim privado mas isso só foi possível em Teresina. Morei em casas lindas no Rio mas não eram minhas. Hoje em dia sinto-me feliz com minhas poucas folhagens. Nunca fiz manutenção em meu corpo. Não sei o que é um secador em minha cabeça. Só uso shampoo sem sal e uma hena à base de água. Não raspo minhas pernas, passo um trocinho azul que deixa os pêlos louros. Não compro roupas, minhas amigas me dão e minha irmã Ana Vitória também. Gosto de me arrumar mas não suporto lavanderia e nem máquina de lavar roupa. Lavo tudo meu e do Ícaro à mão. Nunca fui extravagante mas nunca passei em branco. Desde muito jovenzinha, sem falsa modesta, se eu chegasse em um determinado lugar alguém sempre acenava “sabe quem está aí? A Rosa” Eu sempre quis perpetuar um caráter revolucionário, nunca andei desgrenhada e suja mas sempre dei uma de Gal Costa. Sempre encantei meus professores mais velhos. Uma vez eu escrevi 50 poemas censurados. Sumiu de minha vida, não sei onde andam. Na minha cabeça aquilo era censura...lendo uns dos pouquinhos que sobraram parece brincadeira de criança. QUAL É A COR DA NOITE? Depois de alguns beijos eu dei uns tapas nele /e o deixei falando sozinho Tudo porque ele colocou cerveja em minha água. Eu fiz um pacto com a abstinência total de bebida. Minha história familiar é longa e há casos tristes Queria ter asa para voar e ver coisas, tais como: O Castelo do Conde Drácula. Talvez barganhar alguns constrangimentos com uma freira. O passarinho Preto me encanta, e, nunca pensei numa freira judoca. A união mal sucedida reclama O bom é que eu como o dia inteiro: farra, trambique & sonhos. O que eu achava que podia ser censura era meus amigos não me aceitarem porque eu não bebo. Mas já bebi.
Escrito por Rosa Kapila às 18h02
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Escrito por Rosa Kapila às 16h24
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Escrito por Rosa Kapila às 16h24
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E MAIS...O VÍCIO DE CHEIRAR FLORES
Escrito por Rosa Kapila às 12h15
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Escrito por Rosa Kapila às 11h51
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Escrito por Rosa Kapila às 11h50
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PE LANZA PRESO EM SP
Escrito por Rosa Kapila às 12h54
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Escrito por Rosa Kapila às 11h18
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Escrito por Rosa Kapila às 11h08
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MEU PAULO RENATO WEISBERG QUANDO ERA NOVINHO EU EM MEU JARDIM - JULHO DE 2012
Escrito por Rosa Kapila às 15h15
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Escrito por Rosa Kapila às 13h05
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Escrito por Rosa Kapila às 13h03
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Escrito por Rosa Kapila às 13h03
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Escrito por Rosa Kapila às 13h02
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Escrito por Rosa Kapila às 13h01
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Escrito por Rosa Kapila às 13h00
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