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diário de ROSA KAPILA




Escrito por Rosa Kapila às 16h27
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Escrito por Rosa Kapila às 16h26
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O MELHOR LIVRO DO NADA SOBRE TUDO ( Romance de Rosa Kapila )

PARTE 1

 

Agradeço a Jerry Seinfeld quando descobri que um dos grandes prazeres dessa vida é ver outras pessoas trabalhando. A pessoa de que tenho mais lembrança de que trabalhava muito era papai. Ele acordava às 3 da matina e ia vender alho,cebola,cominho e pimenta do reino. Não era feliz por ver meu papai trabalhando para sustentar  10 irmãos. Meu cérebro nasceu para brincar. Trata-se de uma ironia porque aos 4 anos meu pai me levava para trabalhar com ele. Eu ficava feliz de ter o prazer de acodar naquela hora e ver estrelas e lua no céu.Eu vi em Teresina o Cometa Halley, imenso e lindo. Sempre tive diários e dizia com  franqueza  que eu queria trabalhar com ecomendas. Como dia Sêneca: “a verdadeira alegria é uma coisa séria.”

O certo é que um passeio  entre multidões é bem diferente de um passeio à natureza.A questão da encomenda decifro como fazedora de livros e, também vendedora. Entro muito em livrarias mesmo sabendo que não vou comprar nada. Às  vezes  só por curiosidade pergunto se tem  livros de   Rosa Kapila. Quando os livreiros e vendedores são desconhecidos nunca revelo que sou a Rosa. Para mim o melhor lugar do mundo  é o Rio de Janeiro.

Deve ser horrível ter certos tipos de trabalhos. Alguém inventou o éden em Santa Teresa.

Quando fico assistindo a alguém concerto no Largo da Carioca vejo a felicidade nos rostos dos músicos. Olho demais as pessoas....outro  dia uma moça voltou e me puxou  pelo braço e perguntou “por  que você olhou tanto pra mim?” Falei a verdade:  “sou escritora e olho demais para as pessoas”. Ela me convidou para um café na Casa Cavé.  Ficamos amigas. Ela é Historiadora e eu   pedi  que ela me contasse a origem da Praça Tiradentes, tendo em vista que moro do lado dela e toda manhã tomo banho de sol  em seus bancos. Kívia, é este seu nome  ficou feliz  quando decidiu me contar a história    da  Praça Tiradentes.

 

“A atual Praça Tiradentes teve origem, nos idos do Séc. XVII, no desmembramento do então chamado Campo de São Domingos. Em 1690 chamava-se Rossio Grande, em clara alusão ao Largo do Rossio lisboeta; mais tarde, passou a Campo dos Ciganos, devido à chegada, de Portugal, de um grupo desses nômades, e que ali montaram, por algum tempo, suas barracas. A partir de 1747, com a construção da Capela de NªSª da Lampadosa, passou a ser conhecida como Campo da Lampadosa. Em 1808, passou a ser o Campo do Polé, graças à instalação, no local, de um pelourinho. Em 1821, passou a ser chamada Praça da Constituição; D. Pedro, assumindo o posto de Príncipe Regente, jurou fidelidade à Constituição Portuguesa de uma das varandas do Real Teatro São João que ficava onde, hoje, encontra-se o Teatro João Caetano. Finalmente, em 1890, ao aproximar-se o centenário da morte de Joaquim José da Silva Xavier, passou a ter o nome de Praça Tiradentes, pela proximidade do local onde se acredita ter sido enforcado o protomártir da Independência.

No centro da praça, o monumento a Pedro I, mandado erigir por Pedro II, foi inaugurado em 1862. Apresenta o Imperador a cavalo, fardado de general, segurando com a mão esquerda as rédeas, enquanto com a direita exibe a Constituição de 1824.(Há quem acredite tratar-se das cartas recebidas às margens do Ipiranga.) No pedestal, quatro estátuas de bronze representam os rios Amazonas, Paraná, São Francisco e Madeira. O monumento nasceu de um concurso internacional, em 1855, vencido pelo brasileiro Maximiliano Mafra, e foi construído em Paris por Louis Rochet ( 3º colocado no mesmo concurso) que tinha como aprendiz o jovem Auguste Rodin.

Em 1865 acrescentaram-lhe quatro alegorias representando as virtudes das nações modernas: a Justiça, a Liberdade, a União, e a Fidelidade, depois transferidas para a Praça NªSª da Paz, em Ipanema. O gradil foi instalado em 1865, e dos oito lampiões iniciais, restam 5. O monumento foi recentemente restaurado (2006) e as alegorias retornaram, devolvidas à Praça.

 

Nas proximidades há, ainda, alguns prédios de valor histórico, tais como: o Solar do Visconde do Rio Seco (Pça. Tiradentes, 67), a Igreja do Santíssimo Sacramento (Av. Passos, 50), a casa de Bidu Sayão (Pça Tiradentes,48) e as casas de números 5 e 11 da Rua Gonçalves Ledo.

Em fotos  grandes, do início do século passado, vê-se trecho da praça. No postal, também do início do Séc. XX, podemos apreciar alguns detalhes; e a foto colorida, mais recente, mostra a ausência de vários lampiões.

E pensar  que moro ali....Kívia sorriu. Enquanto ela falava da praça  eu havia contado 30 vezes a ida e vinda de uma garçonete. Quem  será que marcou esse meu encontro com Kívia? Ela me contou que estava saindo com um jaburu mas os dois romperam.” Sabe como eu me auto denomino?”  “Como?” “Rose, a flâneur do   Centro do Rio de Janeiro.” “Gostei!” Nem que eu tenha que eu tenha que me esfregar na bunda dos carros, eu ainda vou escrever muito sobre o Centro do Rio de Janeiro. Kívia foi embora e eu fui até O BNDS ficar olhando as árvores por uma hora.

 

 

 

 

 



Escrito por Rosa Kapila às 15h57
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Escrito por Rosa Kapila às 13h15
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PAVE POESIA



Escrito por Rosa Kapila às 13h11
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Escrito por Rosa Kapila às 13h09
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Escrito por Rosa Kapila às 13h06
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Escrito por Rosa Kapila às 13h02
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Escrito por Rosa Kapila às 13h01
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Escrito por Rosa Kapila às 13h00
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Escrito por Rosa Kapila às 13h00
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Escrito por Rosa Kapila às 12h59
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Escrito por Rosa Kapila às 12h58
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Gifs que dançam



Escrito por Rosa Kapila às 20h35
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Escrito por Rosa Kapila às 20h34
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Escrito por Rosa Kapila às 20h27
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O MEU JARDIM FOTOGRADO POR ANA VITÓRIA DE CARVLHO SANTOS, NO RIO DE JANEIRO

NO DÉCIMO SÉTIMO ANDAR. PARA A AS ABÓBORAS ME APOSSEI DO TELHADO DO VIZINHO E  FIZ UM  TELHADO VERDE.

"COMIGO NINGUÉM PODE" FICA EM MINHA VARANDA DA FRENTE. SOU LOUCA DE AMOR POR MINHAS PLANTAS.



Escrito por Rosa Kapila às 19h49
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Escrito por Rosa Kapila às 19h43
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Escrito por Rosa Kapila às 19h42
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Escrito por Rosa Kapila às 19h42
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Escrito por Rosa Kapila às 19h41
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NERVOS MOLES

" Somente o tempo diz, que confiança é vidro, que ganância é pedra, que desprezo é arrependimento, que ilusão é tombo, que mentira é espelho."

( Edson Rufo)

Pensam os jogadores e ratazanas que em sua tumba

/cabem piscinas, carros,prédios e casas cheias de móveis.

Pois o único tumbão  que presta é o de  Raul Seixas.

Eu te segui,rata e saquei teu semblante de abandonada

/numa taça de chope.

Teu poema não tem valor sequer num poste.

Uivava para a lua

Mirava os homens e fazia “hum” para seus cheiros.

Tua pele pintada de capote se enrugava e esticava...

Um ghost a sacudir-se sonhando ser garotinha.

Vai aos céus com seu impala e uma música clonada

Pega no colar de pedras falsas

E pensa que tem UFOS no céu

Porcelana e bambu se casam

Mas não queres saber de uma cabana.

Ali, o chão se abre

Se algum dia houve poema,entrou num buraco abaixo.

Um trago brilha em teu fim

Até teu refrigerante é velho: “garçom, whisky com crush”

Com toda a pompa que exige...tem cara de bicho-preguiça amarrotado.



Escrito por Rosa Kapila às 08h39
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