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Escrito por Rosa Kapila às 19h54
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Escrito por Rosa Kapila às 19h45
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HOMENAGEADA DA JORNADA NOITE ADENTRO: KATHERINE MANSFIELD - BOEMIA DAS PALAVRAS.
FOI SHOW DE BOLA.RIO DE JANEIRO 12 DE MAIO DE 2012. SÁBADO DE MANHÃ ASSINA: ROSE, A FLANEUR DO CENTRO DO RIO.OU ROSA PRAÇA QUINZEIRA.
Escrito por Rosa Kapila às 19h39
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Escrito por Rosa Kapila às 19h27
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AMANHÃ: JORNADA NOITE ADENTRO. NÃO ESQUEÇAM AMIGOS. PR. XV 9 DA MANHÃ. BJS BJS
ROSE, A PRAÇA QUINZEIRA.
Escrito por Rosa Kapila às 19h34
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ROSE, A FLÂNEUR DO RIO
FIZ UMA JURA DE FICAR TODO DIA MEIA HORA DENTRO DO BNDS ADMIRANDO A BELEZA DE SUA FLORESTA. É RELAXANTE E LOCALIZA-SE A DOIS QUARTEIRÕES DE MINHA CASA.O RIO DE JANEIRO É DEUS. NÃO CONHEÇO NADA MAIS DIVINO.
Escrito por Rosa Kapila às 19h30
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Escrito por Rosa Kapila às 18h57
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Escrito por Rosa Kapila às 12h21
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APRENDENDO COMO FUNCIONA A FICÇÃO
Escrito por Rosa Kapila às 11h12
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DA ARTE DE ABANDONAR OS LIVROS
Escrito por Rosa Kapila às 11h07
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Escrito por Rosa Kapila às 10h56
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Que posso aprender com a história?|Onde estão meus sapatos vermelhos? |  | A LENDA DOS SAPATOS VERMELHOS |  |
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ra uma vez....
| .... uma menina pobre e sozinha, tão pobre que nem sapatos tinha. Ela morava em uma cabana, na floresta, e seu grande sonho era ter um par de sapatos vermelhos. Por isso, foi guardando todos os trapos vermelhos que encontrava, até que conseguiu fazer um par de sapatos vermelhos de pano.
Ela adorava seus sapatos, usá-los fazia com que se sentisse feliz, mesmo tendo que passar os dias procurando frutas e nozes para comer, no bosque solitário onde vivia.
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m dia....
| .... ela estava andando por uma estrada, quando passou uma velha muito rica, em uma carruagem dourada. A velha parou ao lado da menina, e disse "vou leva-la para minha casa, e cria-la como minha filha". Pobre e sem esperanças, a menina aceitou o convite e foi morar na casa da velha senhora.
Ao chegar, os criados lhe deram banho, pentearam, cortaram o cabelo e vestiram com roupas novas e muito bonitas. Animada com as coisas novas, a menina nem se lembrou dos trapos que usava, nem do seus adorados sapatinhos vermelhos. Quando, passados alguns meses, perguntou sobre eles aos criados, foi informada que a senhora havia jogado tudo no fogo, dizendo que as roupas eram imundas e os sapatos eram ridículos.
A menina ficou muito triste, porque adorava os seus sapatinhos vermelhos. Além disso, a vida nova tinha perdido todo o encanto. Ela era obrigada a ficar sentada, quietinha, o dia todo. Não podia comer com as mãos. Não podia correr ou pular, ou rolar na grama. E, quanto mais o tempo passava, mais falta ela sentia de seus lindos sapatinhos vermelhos. Mais importantes eles se tornavam.
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tempo passou...
| ...e chegou o dia de ser crismada - porque a velha senhora era muito religiosa e fazia questão de que a menina recebesse esse sacramento. Essa era uma grande ocasião para ela, que queria que a menina se apresentasse impecável na igreja. Costureiras foram chamadas para fazer o vestido. E a senhora levou a menina a um velho sapateiro aleijado, que era considerado muito bom, para fazer um par de sapatos novos para a ocasião especial. Na vitrine do sapateiro havia um lindo par de sapatos vermelhos, do melhor couro. A menina escolheu os sapatos vermelhos, e a velha senhora, coitada, que enxergava tão mal que nem podia distinguir as cores, deixou que ela os levasse. O velho sapateiro, conivente, piscou para a menina e embrulhou os sapatos.
A entrada da menina na igreja, no dia seguinte, foi um escândalo. Todos olhavam para os sapatos vermelhos da menina. Como alguém podia se apresentar para a crisma com uns sapatos tão indecentes? A menina, entretanto, achava seus sapatos mais lindos do que qualquer coisa.
Quando chegou em casa, a tempestade estava armada. A velha senhora, que havia ouvido todos os comentários maldosos, proibiu a menina de usar novamente os tais sapatos."Nunca volte a usar os sapatos vermelhos"!, ordenou, furiosa.
A menina, entretanto, estava fascinada pelos sapatos. No domingo seguinte, quando foi a missa de novo, colocou os sapatos - e, novamente, a velha senhora não percebeu de que se tratava, pois enxergava muito mal.
Na entrada do templo, havia um velho soldado ruivo, com o braço enfaixado. Ele se reclinou em frente à menina, dizendo "posso tirar o pó de seus lindos sapatos"? A menina, toda orgulhosa, deixou que ele o fizesse. Enquanto limpava os sapatos, ele disse para a menina "não se esqueça de ficar para o baile", e cantou uma musiquinha alegre.
Novamente, se repetiu a desaprovação de todos dentro da Igreja. A menina, fascinada com seus sapatos, nem ligava. Não escutava a missa, não via ninguém. Só olhava para seus lindos sapatos vermelhos.
Na saída, o velho soldado disse para a menina "que belas sapatilhas para dançar". E a menina, mesmo sem querer, começou a rodopiar ali mesmo.
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em parar...
| ...ela continuou dançando, dando voltas, fazendo piruetas. Todos corriam atrás, assustados. O cocheiro da velha senhora tentou alcançá-la, mas foi em vão. Finalmente, um grupo de pessoas conseguiu segurá-la, e o cocheiro arrancou os sapatos vermelhos, com grande dificuldade, dos pés da menina.
Ao chegar em casa, a velha senhora guardou os sapatos no fundo do armário, e disse para a menina "agora me ouça, nunca mais use esses malditos sapatos vermelhos". A menina, entretanto, não conseguia parar de pensar nos sapatos. Muitas vezes abria o armário, e ficava espiando os seus lindos sapatinhos vermelhos.
Algum tempo depois a velha senhora adoeceu. A menina, que já tinha que se comportar e ficar quieta, agora tinha que andar na ponta dos pés pela casa, para não perturbar. Estava enjoada, entediada. E não resistiu.
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briu o armário...
| ... e pôs nos pés os sapatos vermelhos. Imediatamente, começou a dançar, rodopiar, bailar. Era como se os sapatos a guiassem. Eles a levavam, dançando, para onde queriam. E assim ela saiu de casa, dançando, e atravessou a propriedade, dançando, e chegou na floresta, dançando.
Na entrada da floresta, estava o velho soldado que havia encontrado na porta da igreja no dia da crisma.Ele estava encostado em uma árvore, e a saudou, repetindo "puxa, que lindos sapatos para dançar"! E lá se foi a menina, dançando, atravessando campos e cidades. Exausta, tentava, vez por outra, arrancá-los. Mas não conseguia.
Dançando, dançando, dançando, foi-se a menina pelo mundo. Tentou entrar em uma igreja para se benzer, mas o sacristão disse-lhe que não poderia, pois seus sapatos eram malditos. Tentou se aproximar de alguém, mas a maioria não queria ajudá-la, com medo de sua maldição. E os poucos que o faziam não conseguiam arrancar os sapatos malditos dos seus pés.
Por fim, exausta, a menina procurou o carrasco de uma aldeia, e lhe implorou que cortasse os sapatos. O carrasco tentou, mas não conseguiu. Desesperada, a menina disse "então corte-me os pés, não posso viver dançando".
O carrasco, penalizado e implorando perdão a ela e a Deus, cortou seus pés, com lágrimas nos olhos. E os seus pés, com sapatinhos vermelhos e tudo, continuaram dançando, dançando, dançando, pelo mundo afora.
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gora, a menina era uma pobre aleijada...
| ... e teve que aprender a viver dessa maneira. Sem sapatos vermelhos, e trabalhando como criada.
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Dúvidas ou sugestões, escreva para webmistress@femininoplural.com.br
Escrito por Rosa Kapila às 10h54
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Escrito por Rosa Kapila às 10h48
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Havia um rei que tinha um filho, e quando este chegou à idade de casar, disse a seus pais: - Quero me casar com a mulher mais formosa do mundo. Assim, vou percorrer o mundo até encontrá-la. Saiu do palácio e caminhou até chegar a uma fonte, onde parou para tomar água. Ao inclinar-se para beber, viu que se refletiam três laranjas. Ergueu os olhos e viu que de uma frondosa laranjeira pendiam três grandes e belas laranjas. - Que saborosas devem ser, disse o príncipe, e dizendo isso, subiu na árvore e cortou as três preciosas laranjas. Partiu a primeira e, como por encanto, saiu dela uma jovem muito linda que, ao ver o príncipe, lhe disse: - Dá-me pão. - Não posso, disse ele, porque não tenho. - Então volto para minha laranja, disse a jovem, e desaparecendo, deixou a laranja intacta. Partiu o príncipe a segunda laranja e da fruta saiu outra jovem, muito mais bela que a primeira. - Dá-me pão, disse ao príncipe. - Não posso, pois não tenho, ele falou. - Então volto para minha laranja. A laranja se fechou e ficou como antes. O príncipe ficou pensativo e, decidiu conseguir pão, a fim de dar à ultima jovem da laranja. Assim pensava o jovem, quando coincidiu de passar por ali um cigano em seu coche. - Amigo, gritou o príncipe - te darei uma moeda de ouro por um pedaço de pão. Rapidamente o cigano desceu da carruagem e correu a levar o pão ao príncipe. O príncipe ficou muito contente e satisfeito. Partiu a terceira laranja e, como havia imaginado, do coração da fruta saltou uma jovem muito mais formosa que as anteriores. - Dê-me pão, ela disse. O príncipe alegremente deu o pão à jovem, que em seguida falou: - Agora te pertenço, podes fazer de mim o que quiseres. - Contigo me caso, lhe disse o príncipe. Como a jovem estava nua, o príncipe queria antes vesti-la para leva-la ao palácio. Deu uma olhada na roupa do cigano que ainda permanecia ali, porem notou que estavam muito sujas. O príncipe então disse à jovem: - Espera aqui com este cigano até que eu volte com uma roupa. O cigano tinha uma filha que viajava com ele no coche, porem tinha dormido durante todo o tempo em que a história das laranjas ocorria. Ao despertar no momento em que o príncipe subia no cavalo, caiu de amores por ele. Desceu logo do coche e foi perguntar ao seu pai o que estava acontecendo. Ele lhe contou o ocorrido. A cigana, vendo a jovem, lhe disse: - Deixa-me te pentear para que fiques mais bonita para o regresso do príncipe. A jovem consentiu, e enquanto a cigana penteava sua formosa cabeleira, sentiu que lhe cravavam um alfinete na cabeça. No momento a dama da laranja se transformou numa pomba. A cigana então tirou a roupa e se colocou no lugar onde estava a jovem. O príncipe voltou e quando viu a cigana, disse: - Senhora! Como escureceste! A cigana respondeu: - É que demoraste e acabou me queimando o sol. O príncipe, acreditando ser a mesma jovem da laranja, levou a cigana ao palácio e se casou com ela. Um dia chegou uma pombinha ao jardim do rei e disse ao jardineiro: Jardineirinho do rei, como está o príncipe com sua mulher? - Umas vezes canta, porem mais vezes chora - disse o jardineiro. Todos os dias chegava a pombinha e fazia a mesma pergunta ao jardineiro, até que este contou ao príncipe. O príncipe deu ordem ao jardineiro para que prendesse a pombinha. O jardineiro untou de visgo a árvore onde diariamente pousava a pombinha e, quando esta chegou para sua visita diária, ao querer voar, ficou presa à árvore, podendo apanha-la o jardineiro e leva-la ao príncipe. O príncipe se enamorou da pombinha. Colheu-a com carinho e ao acariciar-lhe a cabeça, encontrou o alfinete que tinha sido cravado e retirou-o. Imediatamente a pombinha se transformou na bela dama da laranja. A formosa jovem contou sua aventura ao príncipe e, entrando os dois no palácio, comunicaram o ocorrido ao rei. O rei, indignado, deu ordens para que imediatamente matassem a cigana, e o príncipe e a dama da laranja se casaram e foram felizes para sempre. 
Escrito por Rosa Kapila às 10h47
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Escrito por Rosa Kapila às 10h24
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Atenas
Escrito por Rosa Kapila às 17h29
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abaixo: Risíveis Amores
Escrito por Rosa Kapila às 17h27
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ah, alice!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Escrito por Rosa Kapila às 17h14
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sou todas as mulheres do mundo!!!!!!
Escrito por Rosa Kapila às 17h11
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Escrito por Rosa Kapila às 17h09
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sai voando!!!!!!
Escrito por Rosa Kapila às 17h06
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Escrito por Rosa Kapila às 17h04
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eu queria ser a mais líquida das rosas no topo dessa paisagem
Escrito por Rosa Kapila às 17h01
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Escrito por Rosa Kapila às 16h58
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eu ficaria horas exaltando essa beleza
Escrito por Rosa Kapila às 16h57
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Escrito por Rosa Kapila às 16h53
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Escrito por Rosa Kapila às 09h40
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ESCRITORA DESCONHECIDA PROCURA...
Escrito por Rosa Kapila às 09h37
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ESSE PETER É FREUD
Escrito por Rosa Kapila às 09h30
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Peter Doherty está se desfazendo de sua coleção pessoal de arte. O controverso ex-vocalista do Libertines vai leiloar obras de sua coleção particular, que incluem pinturas feitas por ele mesmo utilizando amostras de seu sangue, além de objetos pessoais como diários, peças de roupa e guitarras. Uma das principais obras do leilão é uma pintura feita em parceria com Amy Winehouse.
Escrito por Rosa Kapila às 09h27
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Escrito por Rosa Kapila às 09h25
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EU OU ANA?
Escrito por Rosa Kapila às 09h23
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Escrito por Rosa Kapila às 09h21
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ABAIXO MINHA LINDA FAMÍLIA
Escrito por Rosa Kapila às 09h20
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Escrito por Rosa Kapila às 09h20
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Escrito por Rosa Kapila às 09h19
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A VIDA DE MEUS CABELOS É UMA ESCULHAMBAÇÃO.
Escrito por Rosa Kapila às 19h10
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Escrito por Rosa Kapila às 19h08
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Escrito por Rosa Kapila às 18h59
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AMADA VIDA MINHA MORTE DEMORA DIZER...
Escrito por Rosa Kapila às 18h40
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MEU QUERIDO PAULO RENATO
Escrito por Rosa Kapila às 18h08
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Escrito por Rosa Kapila às 17h58
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IRONIA: EU SEMPRE ACREDITEI NO LADO BOM
Escrito por Rosa Kapila às 21h28
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ÚNICO CASO QUE CONHEÇO, A SENHORA ESCREVE NA LINGUAGEM DOS DOCUMENTOS, DOS PROTOCOLOS JURÍDICOS,ESSAS COISAS. COMO UMA PESSOA ASSIM VAI BUSCAR O QUE PRECISA? DESENHAVA FIOS DE CABELOS VOANDO SOLTOS, ELA QUERIA QUE OS DESENHOS FOSSEM ESPELHOS.AQUILO NÃO ERA UM QUADRO.
Escrito por Rosa Kapila às 21h12
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unhas com canetas marca textos.
Escrito por Rosa Kapila às 10h04
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Escrito por Rosa Kapila às 09h43
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quando estive morta
Escrito por Rosa Kapila às 09h42
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visão de musa
Escrito por Rosa Kapila às 09h33
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Escrito por Rosa Kapila às 09h31
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Escrito por Rosa Kapila às 09h30
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