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fada: ser mitológico,característico dos mitos célticos,anglo saxões. E BRUXA É BRUXA MESMO.
Escrito por Rosa Kapila às 05h03
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ALGUNS FINAIS DE HISTÓRIAS DEIXAM OS LEITORES INTRIGADOS. PARECE QUE O AUTOR (A) TRAPACEIA. MAS HÁ FINAIS SUSPENSOS OU EVASIVOS, É O QUE CHAMAMOS CONSTRUÇÕES EM ABISMO, DESENLACES EM FORMA DE PARAFUSO-SEM-FIM. OS FINAIS TRUNCADOS PROJETAM AO INFINITO.
PEÇO DESCULPAS A ALGUNS AMIGOS, MAS DE BÊBADO MESMO SÓ AGÜENTO O BARCO DE JEAN-NICOLAS ARTHUR RIMBAUD. TALVEZ EU SEJA UMA FLOR EMPOEIRADA!
NÃO EXISTE DESAFIO MAIOR QUE NÓS MESMOS!
CADA UM ATUALMENTE ESTÁ PRODUZINDO O SEU NADA!
Escrito por Rosa Kapila às 18h16
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ESCRITORAS LOUCAS NA LITERATURA: DUAS RETAS POR DUAS CURVAS
Escrito por Rosa Kapila às 13h30
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SEMANA DE ARTE MODERNA: MARCO DA CULTURA BRASILEIRA. AGRADEÇO A TODOS QUE LUTARAM POR UMA LITERATURA MELHOR.
Escrito por Rosa Kapila às 13h08
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PAVÊ DE POESIA: ENGORDA E FAZ CRESCER
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UM POUCO DE POESIA E POETAGEM
Escrito por Rosa Kapila às 11h10
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ANA VITÓRIA COM SEU AMADO ASSIS BEZERRA, CANTOR E COMPOSITOR DOS BONS.
Escrito por Rosa Kapila às 10h36
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ESSA É MINHA AMADA IRMÃ ANA VITÓRIA DE CARVALHO SANTOS... COM UMA INTELIGÊNCIA DE SOBRA EU A CONSIDERO A MELHOR PEDAGOGA DO BRASIL. E AS LÍNGUAS VIPERINAS AINDA NOS CHAMAM DE TANGERINOS.... VIXE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Escrito por Rosa Kapila às 10h32
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Escrito por Rosa Kapila às 21h25
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OBRIGADA CAROS LEITORES : MEU BLOG ESTÁ TENDO MIL ACESSOS DIÁRIOS. QUE O PODER SUPERIOR ME AJUDE A CONTINUAR COM FORÇAS PARA COMUNICAR-ME.
Escrito por Rosa Kapila às 21h21
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ESTÁ A TUA IMAGEM NO MEU ESQUECIMENTO
Escrito por Rosa Kapila às 20h49
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NA REALIDADE FOI MAIS RELEITURA DAS OBRAS AQUI EXPOSTAS
Escrito por Rosa Kapila às 20h10
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O DETETIVE SENTIMENTAL (Tabajara Ruas)
Escrito por Rosa Kapila às 20h08
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O DETETIVE SENTIMENTAL (Tabajara Ruas)
Escrito por Rosa Kapila às 20h07
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MINHAS LEITURAS DA SEMANA
Escrito por Rosa Kapila às 20h00
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Escrito por Rosa Kapila às 19h38
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Na foto: Tico Santa Cruz(de óculos, barba e bigode) Igor Cotrin(camisa preta e sorrindo muito) Pedro Poeta (camiseta preta e óculos escuros)Edu Planchêz(camisa preta,casaco e de olhos quase fechados)Glad Azevedo(camiseta azul ) Betina Kopp(camiseta preta) Tavinho Paes(no ombro de betina e Maria Juçá (blusa amarela).
Eles fazem parte da Banda Voluntários da Pátria
Escrito por Rosa Kapila às 19h33
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Escrito por Rosa Kapila às 19h13
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Edu Planchez <noreply-orkut@google.com> wrote: E a rosa louca girou, girou, girou e me levou até você rosa louca Um raio de sol se repartiu em velhas novas cores e fundou sobre a nossa pele uma cidade de borboletas Os dias e as noites que desenho com o ventre são para você e sua rosa louca Pena não ter um piano para chamar Luisa para se desnudar sobre as terras dos campos de centeio Mas mesmo assim a chamo com os dedos tocando na lira do vento sul a sinfonia que os pássaros cantam antes de construirem seus ninhos Vem cá, Luisa... Beijos, mulher EDU PLANCHEZ Esta mensagem foi enviada por Edu Planchez para Rosa. http://www.orkut.com/
Escrito por Rosa Kapila às 18h45
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Escrito por Rosa Kapila às 18h03
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Escrito por Rosa Kapila às 10h55
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NESTA QUARTA-FEIRA, DIA 23/03/2012 - DIA DE CHUVA TORRENCIAL NO RIO DE JANEIRO, LEMBREI-ME MUITO DE LUIZ XIV: "DEPOIS DE MIM O DILÚVIO"
EU USO MINHA OBRA PARA MINHA SOBREVIVÊNCIA.
É PÚBICO E NOTÓRIO QUE ESCREVO EM BANHEIROS.
p.s a palavra é "púbico" mesmo. Não se trata de erro.
Escrito por Rosa Kapila às 10h48
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Escrito por Rosa Kapila às 09h51
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BOCA DO PAI DO ÍCARO, EDU PLANCHÊZ.
Escrito por Rosa Kapila às 09h50
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Escrito por Rosa Kapila às 23h16
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SOU MUITO PRÁTICA: ESCREVO SOBRE MIM MESMA. EU NÃO TERIA GRANDES QUALIDADES SE NÃO TIVESSE GRANDES DEFEITOS. COMO UMA PÉROLA DESENFIADA DE UMA LINHA, DEI CORDA AO PAPO ARANHA. EU ME IMPORTO MAIS COM FRASES QUE FALAM A VERDADE DO QUE COM A BELEZA DE UMA FRASE. MANUSEANDO O ADESIVO: SONHEI COM A VIRILHA DE MICK JAGGER EM CLOSE, COM O ZÍPER QUE SE ABRE. IGUAL AO ÁLBUM DOS ROLLNG STONES, STICKY FINGERS. NÃO SOU UMA PESSOA ALHEIA AO DESTINO DE MINHA OBRA. NA LINHA DO TREM COREANO EU EMPURREI UMA FRASE. PÓS-SCRIPTUM: TREM COREANO É O QUE VAI DA CENTRAL DO BRASIL A MADUREIRA EM 16 MINUTOS. ANDO NELE UMA VEZ POR SEMANA. SEMPRE FICO ARREPENDIDA QUANDO: A- FALO DE CORDA EM CASA DE ENFORCADO. B- BATO PALMAS PARA MALUCO DANÇAR. C- QUERO SABER DAQUILO QUE NÃO PODE DAR CERTO. D - CAIO NA TEIA DE ALGUM MALANDRO (A). E - RESPONDO QUANDO FALAM DAQUELE HOMEM PERTO DE MIM E LEMBRO A MINHA DOR. Escrito por Rosa Kapila às 17h24
Escrito por Rosa Kapila às 23h13
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Escrito por Rosa Kapila às 23h10
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Escrito por Rosa Kapila às 22h50
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Escrito por Rosa Kapila às 22h39
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Escrito por Rosa Kapila às 21h46
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Escrito por Rosa Kapila às 11h42
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NÃO DISPUTO HOMEM NEM COM EVA.
A CAUTELA É UMA GRANDE PROFESSORA.
DE UMA FLOR PARA UM MENINO VOADOR: NÃO PRECISO PROCURAR FELICIDADE, TENHO-A BEM PRÓXIMA.
SEU FALSINHO...VAI COMER BORRACHA LÁ NO ACRE!
SEMPRE VIRO DETETIVE DOS CONSELHOS. SIGO A TODOS. Escrito por Rosa Kapila às 17h33
Escrito por Rosa Kapila às 11h39
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Escrito por Rosa Kapila às 11h27
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Escrito por Rosa Kapila às 11h26
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ESCRITORA DESCONHECIDA PROCURA LEITORES...
Escrito por Rosa Kapila às 11h25
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Escrito por Rosa Kapila às 11h20
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Escrito por Rosa Kapila às 11h17
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NA RUA DO BISPO...SÓ REZANDO! Escrito por Rosa Kapila às 12h30
02/05/2007

minhas melhores piruetas verbais estão em meus pés de rosa
Escrito por Rosa Kapila às 15h02
SÓ UMA COISA ME INTERESSA: APRENDER A SER PERDEDOR (A) ( EU & ÉMILE MICHEL CIORAN)
Escrito por Rosa Kapila às 14h58
Escrito por Rosa Kapila às 11h13
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Escrito por Rosa Kapila às 10h31
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Escrito por Rosa Kapila às 10h18
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Escrito por Rosa Kapila às 23h31
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ESCRITORA DESCONHECIDA PROCURA LEITORES...
Escrito por Rosa Kapila às 23h25
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Escrito por Rosa Kapila às 23h19
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Escrito por Rosa Kapila às 23h14
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Madureira chorou (samba, 1958) - Carvalhinho e Julio Monteiro ...
Escrito por Rosa Kapila às 23h04
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Madureira chorou Madureira chorou de dor Quando a voz do destino Obedecendo ao divino A sua estrela chamou Gente modesta Gente boa do subúrbio Que só comete distúrbio Se alguém os menosprezar Aquela gente que mora na zona norte Até hoje chora a morte da estrela do lugar (Só eu não posso chorar)
Escrito por Rosa Kapila às 23h00
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Escrito por Rosa Kapila às 22h51
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EXISTEM NOITES SOLITÁRIAS QUANTO VOCÊ
Escrito por Rosa Kapila às 21h33
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TODAS AS CASAS ABAIXO FICAM NO ENTORNO DA PRAÇA XV DE NOVEMBRO
Escrito por Rosa Kapila às 11h15
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O RESTAURANTE O ARCO DO TELLES (PR.XV ) FOI UMA DAS CASAS EM QUE CARMEN MIRANDA MOROU. ADORO IR AO RESTAURANTE E FICO EMOCIONADA VENDO SUAS BELAS PAREDES.
Escrito por Rosa Kapila às 10h59
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Casas Onde Morou Carmen Miranda Durante sua vida Carmen Miranda morou em vários locais no Rio de Janeiro, tanto antes de ficar famosa, como depois de famosa. Quando partiu para uma carreira no exterior, primeiramente ela morou por um curto espaço de tempo em Nova York e posteriormente em Los Angeles, no bairro de Beverly Hills. A imagem alternada acima mostra uma rua no centro do rio onde ela morou e outra rua em Beverly Hills, Hollywood, onde teve seu ultimo endereço. Locais onde Morou no Rio de Janeiro Embora alguns destes locais possam estar como eram num tempo passado, muitos podem não possuir exatamente mesma aparência que tinham na época em que Carmen Miranda morou. Deve-se lembrar também que, estes locais não estão abertos á visitação. Hoje em dia tem outros proprietários ou locadores residindo no local, e que certamente não querem ser importunados, ou os locais foram reformados ou transformados para outros tipos de uso.
Desde que chegou ao Rio de Janeiro, Brasil, quando ainda tinha 10 meses de idade Carmen Miranda morou em várias casas. Aqui estão listados os endereços dos locais onde a Pequena Notável morou, desde a primeira casa até sua última morada no Brasil. Mais abaixo, estão também listados o primeiro local onde ela morou nos EUA e o endereço da ultima morada também nos EUA. Entre os endereços onde Carmen Miranda morou quando nova juntamente com seus pais está uma casa do pitoresco Arco do Teles, no centro histórico do Rio de Janeiro, mostrada na foto ao lado. Casa na Rua Senhor dos Passos, 59, Centro do Rio Casa no Saara, Centro do Rio - Entre 1910 e 1912, moraram na Rua Senhor dos Passos, 59, no Saara, mudando-se para lá em 1910 quando ele com 10 meses chegou ao Brasil com sua mãe. Para quem não sabe, Saara é uma sigla que significa Sociedade dos Amigos e das Adjacências da Rua da Alfândega, uma área que hoje em dia é muito movimentada e repleta de pequenas lojas de varejo de vários tipos de mercadórias, sendo uma área de comércio popular. Casa na Rua da Candelária, 94, Centro - (Antigamente número 50) A família de Carmen morou neste endereço quando ela tinha entre 3 até aos 6 anos, entre 1912 e 1915. Casa na Rua Joaquim Silva, 53, casa 4, Lapa Neste enderço Carmen Miranda morou com sua família dos 6 aos 16 anos, entre 1915 e 1925. Como endereço indica, era uma casa de vila, muito comum naquela época. Este endereço não existe mais, e atualmente existe um hotel no local. Para se situar, à esquerda do endereço fica a escadaria que leva ao Convento de Santa Teresa, que é também chamada de escadaria Selaron. Casa no Arco do Teles | Travessa do Comércio 13, Praça 15, Centro do Rio Neste endereço, sua mãe dona Maria manteve uma pensão de refeições, onde também morou a família entre 1925 e 1932. Ela fornecia refeições para pessoas que trabalham no centro da cidade. Cabe aqui notar, apenas à título de comentário, que o Arco do Teles, nas últimas décadas se tornou um local com bons restaurantes e bares, frequentado pelos mais variados tipos de pessoas, desde funcionários simples que trabalham no centro da cidade à executivos e profissionais liberais que passam pelos bares do Arco do Teles durante a chamada "happy hour", ou horário após o trabalho ou expediênte. Casa na Rua André Cavalcanti, 229, Santa Teresa Carmen lá morou dos 23 aos 25 anos, de 1932 até 1934. Fica no Curvelo, no bairro de Santa Tereza, região alta do Rio de Janeiro. Nesta época, Carmen já era conhecida, tendo feito sucesso com a música "Taí" e outros sucessos. Edifício Residêncial na Rua Silveira Martins, 20 (Antigamente número 12), no Catete Neste edifício, Carmen Miranda morou com sua família entre 1934 e 1936, em um apartamento térreo, de frente para os jardins do Palácio do Catete, antiga sede e morada do Presidente da República. Hoje o Palácio do Catete está aberto à visitação é se tornou o Museu da República. O antigo prédio onde ela morou, foi transformado em um hotel, chamado Hotel Inglez. Casa na Av. São Sebastião, 131, Urca Última morada de Carmen Miranda no Brasil, antes de mudar-se para Estados Unidos. A casa possui uma placa na porta, indicando ter sido residência da famosa estrela brasileira. Atualmente é propriedade de outras pessoas, sendo uma residência particular e reservada. A placa está colocada apenas como curiosidade.
Veja também onde Carmen Miranda morou nos Estados Unidos
Livros sobre Carmen Miranda "Carmen - Uma Biografia" Companhia das Letras, 2005 Autor: Ruy Castro, jornalista e escritor.
Escrito por Rosa Kapila às 10h42
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Escrito por Rosa Kapila às 10h32
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Escrito por Rosa Kapila às 10h31
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Escrito por Rosa Kapila às 10h29
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Escrito por Rosa Kapila às 10h27
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Escrito por Rosa Kapila às 10h26
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Quinze de Novembro  Vista do Chafariz de Mestre Valentim na Praça XV
 Praça XV
A Praça Quinze de Novembro, ou simplesmente Praça XV é um logradouro público, situado no centro da cidade do Rio de Janeiro, próxima ao centro histórico da Praça Marechal Âncora, entre a Rua da Assembléia e o Beco dos Barbeiros. Está localizada na região conhecida nos primórdios da ocupação das terras da cidade como Praia da Piaçaba. Diz Vivaldo Coaracy em sua obra «O Rio de Janeiro no século 17», página 115, que «o convento do Carmo fora construído em 1619 junto à praia de então, em frente à ribeira do mar. Com o recuo das águas da baía, que se verificou em toda a extensão do litoral, e talvez em consequência de possíveis aterros, surgiram os chamados «acrescidos», isto é, terrenos aumentados à custa do amr. Receosos, os frades carmelitas de que na área que assim se formara em frente ao seu convento viessem a ser construídas edificações que prejudicariam a sua casa, como já sucedia com a nova cadeia que se levantava, pediram à Câmara em 1642 que lhes fosse aforada uma extensão de terras na frente do convento, com 60 braças de testada e sete braças de fundo em direção à praia. Atendeu-lhes a Câmara ao pedido, fixando o foro de 500 réis por braça. E esta foi a origem do lograduro, até hoje existente», que teve os nomes sucessivos de «Terreiro da Polé», Terreiro ou Praça do Carmo, Largo ou Terreiro do Paço. Em 18 de março de 1870 a Câmara deu-lhe a denominação de Praça de Dom Pedro II, com a República de imediato trocaram-lhe o nome para a denominação atual. Nos fins do século XIX eram oficialmente descritos os seus contornos e limites "pela Rua D. Manoel e Fresca, Praça das Marinhas, ruas do Mercado, Primeiro de Março, Sete de Setembro e Misericórdia". Nela foi erguido o prédio do Palácio dos Governadores e da Casa da Moeda, futuras instalações do Paço Real e depois Imperial. As obras foram iniciadas por ordens do Conde de Bobadela, e terminadas em 1745, no governo de Gomes Freire de Andrade. Foi o primeiro imóvel da cidade a ter vidros nas janelas. No governo do vice-rei Dom Luiz de Vasconcelos foi construído o Chafariz do Mestre Valentim, que inaugurado em 1789 é até hoje um dos símbolos do local. Muitos pensam que o Chafariz está com defeito, quando na realidade estudos demonstraram que a água que expelia estava erodindo as esculturas e pedras, razão pelo qual foi desligado. Até o início do regime republicano, ali estavam também a Capela Imperial (atual igreja de Nossa Senhora do Carmo da antiga Sé), a igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, o convento do Carmo (prédio da Antiga Academia de Comércio, atual Universidade Cândido Mendes), razão que a região foi local de acontecimentos e solenidades significativos para a história do Brasil imperial, como casamentos, batizados, aclamações,coroações e entêrros. Quando da morte da rainha Dona Maria I, em 1816, no antigo prédio do Convento do Carmo, o então Largo do Paço foi o palco onde se desenrolou o funeral real. Com os cariocas todos vestidos de pesado negro, o corpo saiu solenemente do Paço, para ser depositado no Convento da Ajuda. Dias depois aconteceram na praça e em outros locais determinados da cidade, as cerimônias protocolares da morte de um reinante, a única vez que foram executadas em todo o continente americano. Quando foi feita em 1878, por ordem da Câmara Municipal, a nova numeração dos prédios da cidade, o serviço começou justamente no local, recebendo o Paço Imperial o número 7. Nela estava também em (1878), os prédio da Secretaria de Agricultura, da Agência Nacional de Colonização, a Praça do Mercado e a Estação Ferry, das barcas que navegam para Niterói. Em 1888, foi defronte do Paço Imperial que ocorreram as maiores comemorações pela assinatura da Lei Áurea. No entanto logo depois, em 1889 com a Proclamação da República, foi o local de onde partiu a família Imperial para o exílio. O prédio foi transformado então, em repartição dos Correios e Telégrafos, sofrendo uma série de reformas que o descaracterizaram. Hoje inteiramente restaurado, é um centro cultural com livrarias e restaurantes e espaços para exposições. Em 12 de novembro de 1894 foi solemente inaugurado o panteão do General Osório. Encimado por sua estátua equestre, fundida com os bronzes dos canhões apreendidos no Paraguai, uma homenagem da pátria brasileira a um dos hérois da Guerra do Paraguai. No entanto, nos fins do século XX, seus restos mortais foram removidos para Porto Alegre, capital de seu estado natal. A Praça XV, até o ínicio do século XX, era o ponto principal de desembarque e entrada na cidade. Em 1965 foi inaugurada a estátua equestre do Rei Dom João VI, presente do povo de Portugal à cidade, por ocasião dos festejos do IV Centenário de sua fundação. Foi colocada no local onde teria desembarcado, em 1808. No local do antigo Mercado Municipal, ergue-se hoje o moderno prédio da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Na década de 1950 foi construída a Avenida Perimetral que ligando a avenida Presidente Vargas ao Aterro do Flamengo, atravessou o local, comprometendo seriamente a estética da Praça da XV. Mergulhão da Praça XV O popularmente denominado "Mergulhão da Praça Quinze" é uma passagem rodoviária subterrânea, que passa sob a Avenida Alfredo Agache. Na década de 1990, foram construídas vias subterrâneas de trânsito, que integram o projeto para a demolição da Avenida Perimetral. As pistas subterrâneas devolveram toda a extensão da Praça XV aos pedestres. Construído entre 1996 e 1997, constitui-se de duas pistas (sentido Zona Norte e sentido Zona Sul), contando com dois terminais de ônibus, banheiros químicos e escadas rolantes para acesso. Bibliografia Carvalho, Ney O.R. - Praça XV e arredores: uma história em cinco séculos - Bolsa do Rio - Rio de Janeiro - 2000 Cavalcanti, J. Cruvello - A nova numeração dos prédios da cidade do Rio de Janeiro - Coleção Memória do Rio 6-I - Prefeitura da Cidade - Rio de Janeiro - s/data - pág. 332. Coaracy, Vivaldo - O Rio de Janeiro no século 17, Coleção Rio quatro séculos, volume 6, Livraria José Olympio Editora, Rio de Janeiro 1965. Fonte: pt.wikipedia.org
Escrito por Rosa Kapila às 10h14
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FEIRA DA PRAÇA XV AOS SÁBADOS DE MANHÃ
http://www.youtube.com/watch?v=p-BXk0dxHvQ
Escrito por Rosa Kapila às 09h52
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