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diário de ROSA KAPILA


cachorrinhos05



Escrito por Rosa Kapila às 02h21
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Gifs que dançam



Escrito por Rosa Kapila às 02h06
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Escrito por Rosa Kapila às 21h42
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Escrito por Rosa Kapila às 21h25
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 DOM PERTURBADOR

 

EU APRENDO COM OS INSETOS A TECER

A MOVER-ME INQUIETA

E NOS MOMENTOS ESTRANHOS

GORJEIOS CANÇÕES DE SONHOS

LEMBRO DE MIM OCULTANDO

O DIA

AMUADA

ESCONDENDO A SURPRESA E O MEDO DE SUPORTAR.

NINGUÉM MAIS ESTÁ FALTANDO

NA MINHA CONTA DA MADRUGADA

NINGUÉM MAIS ESTÁ FALTANDO

NEM OS ORIGINAIS DOS POETAS

NINGUÉM MAIS ESTÁ FALTANDO

NEM OS POETAS DA METADE.

APRENDO A TECER COM OS INSETOS

APRENDO A MORDER COM AS FERAS.

BREVES EXPERIÊNCIAS

ME FAZEM VER

A QUANTIDADE DA VIDA.



Escrito por Rosa Kapila às 20h08
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Escrito por Rosa Kapila às 13h44
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Escrito por Rosa Kapila às 18h13
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Escrito por Rosa Kapila às 00h45
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Escrito por Rosa Kapila às 00h49
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Escrito por Rosa Kapila às 13h34
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ESCRITORA DESCONHECIDA PROCURA LEITORES...

http://www.rosakapila.zip.net



Escrito por Rosa Kapila às 13h33
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Escrito por Rosa Kapila às 13h32
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Escrito por Rosa Kapila às 01h10
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Escrito por Rosa Kapila às 00h46
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Escrito por Rosa Kapila às 21h04
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Escrito por Rosa Kapila às 21h00
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Escrito por Rosa Kapila às 20h35
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baobá em Stanley Park



Escrito por Rosa Kapila às 19h06
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Escrito por Rosa Kapila às 14h00
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Escrito por Rosa Kapila às 13h58
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Escrito por Rosa Kapila às 20h41
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Escrito por Rosa Kapila às 19h59
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FACEBOOK2ROSAKAPILA-2012-20-02

CONT.... DA CRÔNICA "O ANO DE 1977 FOI MUITO BOM, BANDINI!"

 

O GRANDE LÁPIS PARA PEQUENOS DEDOS

 

“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito.”

 

(Aristóteles)

 

 Para meu querido amigo Ricardo Rodrigues Cruz

 

Conheci  muito “escritor pipoca” ou de “fim de semana”.O que eu gostava mesmo na faculdade de Letras (UFRJ),  em 1977 era dos amigos.          

 

Organizamos um livro através de um concurso.E autores famosos escolheram quarenta  iniciantes na república das letras.

 

Eu tomava conta de todos os autores, pois o copyright foi em meu nome.

 

 

Em 1977 notei que o trabalho literário  exige  método e dali até hoje vivo momentos difíceis na criação.

 

Inventei as possibilidades   em  minha literatura. Conversava muito com escritores (as). Não vivi a “angústia da influência” de Harold Bloom.

 

         

 

Nós, das Letras organizamos  um livro através de um concurso.E autores famosos escolheram quarenta escritores  principiantes.

 

Eu tomava conta de todos os autores, pois o copyright foi em meu nome.Graças a nossa amiga Denise do Passo conseguimos publicar o livro

 

Pela José Olympio. O livro recebeu o nome de “UNIVERSITÁRIOS VERSO & PROSA”. Foi um  sucesso absoluto  porque a editora José Olympio

 

Estava no auge. Nosso livro foi vendido   em todas as livrarias. Muitos autores sentiram  o cheiro de algum dinheiro. Foi  a pior experiência de minha vida

 

Teve autor que dizia que viveria o resto da vida recebendo direitos autorais  por  um conto  publicado e  procurou briga comigo Quem me protegia  era o Ricardo,  o autor para quem ofereço esse texto.

 

Ricardo sempre foi meu melhor amigo,  nos conhecemos  há uns 38 anos. Se o livro deu briga, por outro lado foi um estímulo porque  começamos a mostrar nossas criações para todo mundo.

 

Luiz Ricardo  Leitão era meu guru...participava de contos em todas as revistas e como nosso diretor do centro acadêmico, passava o dia tramando os dizeres das placas para levarmos

 

em  passeatas. Eu adorava a sala  do nosso grêmio, matava aula para ficar ali,confabulando com o  Leitão. Ele me dava todos os contatos das revistas...o conto  estava no auge.

 

Nesses dias  comprei  na livraria GRAMÁTICA CRÍTICA ( oculto e o coloquial no português brasileiro) fiquei feliz  comprando livro de meu amigo Luiz Leitão. Dos 40 autores de nossa antologia apenas 5 vingaram.

 

Eu achava  que nós todos formaríamos uma confraria. As reuniões para  a clandestinidade era em minha casa. Eu residia num prédio com fundos para o  Bairro de Fátima e a frente

 

era Santa Teresa. Morava sozinha e enchia a casa de amigos...uns dormiam, outros  não queriam mais ir embora...estes eu expulsava com uma vassoura.

 

Sempre gostei de escrever deitada  ou andando. Meus livros  daquela época os escrevi  na pracinha de SantaTeresa, onde  duas  ruas se bifurcam: Monte Alegre e Cardeal Leme. A primeira é uma serpente

 

Que  vai até o fim de Santa Teresa. Minha  máquina de escrever era a salvação da lavoura dos vizinhos. Todos  que precisavam  digitar um curriculum faziam fila no corredor de minha casa.

 

Minha voz  interior era  confusa, inexata e tediosa. Mas sempre tive paixão pelos criadores. Escrever bem não basta, torna-se necessário montar um belo texto. Eu invejava meus amigos Ricardo Cruz e  Luiz Leitão.

 

Esses meus dois amigos escreviam com letras bordadas, um vocabulário  rico e temas contemporâneos. Eu me achava a pior escritora do mundo. Só  escrevia coisas que meus leitores não entendiam e meu vocabulário era todo

 

Atravessado. Meus amigos me consolavam, como você  não pode ser ótima? Você ganha todos os concursos de contos!!! Tempo bom, os contos eram pagos. Fora matar aula eu andava com fichas

 

Para arranjar  filiação para o PT. Naquele tempo o estudante  que  tivesse TV em casa  era  execrado e recebia a alcunha de “burraldo”. Porém quando  o Lula ia aparecer na TV

 

Todo mundo ia falando baixinho:”hoje o Lula vai falar na TV”, virava um telefone sem fio. Em qual TV vamos ver? Ninguém tem  essa coisa ridícula... falavam

 

Eu respondi:eu  tenho TV, mas para me livrar da pecha  de ignorante...dizia  A TV  é de minha tia Joinha, ela viajou e  deixou a TV comigo. Quando eles iam em minha casa eu escondia o objeto. Nesses

 

dias de Lula aparecendo  na mídia eu pegava uma receita de uma médica amiga minha e faltava no trabalho. O detalhe que eu acho mais terrível no ano de 1977 era  que  o professor (a)

 

que fosse  trabalhar com a estrela vermelha no peito era mandado embora. Eu dizia “não é hora de publicar” mas de escrever. Quando eu morava na Monte Alegre eu sonhei com Mário de Andrade

 

E ele me emprestava 4 mil reais. Sempre anoto meus sonhos e minha literatura quase toda  tem como base os sonhos e a Bíblia. Eu lutava para não ter influências.

 

 E pensei  no Mário de Andrade   como um sinal, pois morei  com freiras em um pensionato em  1978 e na casa ao lado Mário  de Andrade  morara  100 anos antes. Em  2000 escrevi minha tese

 

De doutorado sobre Mário e em cartas a Manuel Bandeira ele fala da  casa de Santa Teresa e dizia para Bandeira deixar as cartas na escadinha... Um título que

 

Muito me intrigou foi “A MAÇÃ NO ESCURO” de Clarice Lispector. Sou muito invocada com títulos de livros. Será que eu  saberia escolher meus títulos? Parei de ler Clarice com medo

 

De influências. De 1977 até agora vivo tateando letras. Guardo segredos.

 

 



Escrito por Rosa Kapila às 19h36
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Escrito por Rosa Kapila às 21h58
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Escrito por Rosa Kapila às 21h40
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Escrito por Rosa Kapila às 00h45
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Escrito por Rosa Kapila às 19h16
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MADUREIRA

“Madureira chorou

 Madureira chorou de dor

 Quando a voz do destino

 Obedecendo ao divino

 A sua estrela chamou”

( Trecho da música de Carvalhinho & Júlio Monteiro )

Para  Ana Vitória de Carvalho Santos

Madureira me ensinou o que é melancolia abstrata

Procuro a luz do quarto de meu amado da Estrada do Portela

As sombras me são devolvidas

O que eu poderia lhe contar?

Tenho muitos charcos na mente

Eu não sou nada competente quando se trata de procurar amor

Sou quase uma coisa dormindo pelas bolinhas que tomo

“Que flor para recolher incertezas” ele diria

Já de madrugada estou farta do teu fantasma

Vou ao mercadão de Madureira, passando por um buraco

/que imita túnel.

Cabelo,osso,miolos se molham numa chuva bem madureirada

Volto ao local do crime, acho que tem mulher na cama dele.

Madureira tão minha amada que me arranja palavras

Só me deu água no cérebro

Durmo  na casa  de Jessica, na  Rua Guarapari

“Se a noite pudesse levantar-se  e  andar” eu

Mandaria recados por ela.

Lá vem a lua com seu relógio iluminado

De manhã luto pelo silêncio...coisa difícil em Madureira

Paz, amor,guerra,religião,revolução...não servem pra nada.

Mas em estado de Buda comprei uma casa na aurora quente de

/Madureira.



Escrito por Rosa Kapila às 19h13
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Escrito por Rosa Kapila às 01h38
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Escrito por Rosa Kapila às 18h13
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