SINTO O CHEIRO DO ALMÍSCAR DO RATO SELVAGEM “Quando o rato ri do gato há um buraco perto.” ( Provérbio Africano ) Dedico este poema a minha querida amiga Bárbara Vasconcellos ( a famosa Babete ) Rio de cá me leva, estrondos, raios-trovões. Ônibus sacoleja Medo Allandiano de emparedamento. Ajudem-me: Zeus, Homero, Erza Pound, Anne Sexton Santa Bárbara. Soluço. Tampo um buraco da narina. Vai-te com a chuva. A Intendente Magalhães: Mar do Alasca. Guarda chuva, um coque de aço. Vento, chuva, trovões, raios, brigam numa /luta de brilho-escuridão. Permito me chamar milagre da natureza, sem espalhar /blasfêmias. Parafusos invisíveis rosqueiam meus lábios. Obs: coque, em engenharia, é um tipo de /combustível derivado do carvão betuminoso.
Escrito por Rosa Kapila às 17h34
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